Para superar 2025, empresas precisam investir mais em planejamento financeiro
O alerta é do especialista em gestão financeira, Kleber Amora, que defende a necessidade de revisões mais constantes de orçamento para assegurar a sustentabilidade dos negócios.
Alta dos juros nos EUA e volatilidade do dólar. Inflação persistente e incertezas sobre a política fiscal do País no Brasil. Queda na atividade industrial nacional e custo elevado de capital, impactando negativamente financiamentos e projetos de longo prazo. O ano de 2025 vem impondo desafios econômicos que estão exigindo das empresas nacionais um nível mais elevado de maturidade financeira. Com um ambiente de negócios instável, o planejamento orçamentário deixa de ser apenas um diferencial para se tornar uma condição essencial de sobrevivência.
“As organizações que ainda enxergam o planejamento orçamentário como um mero exercício contábil precisarão mudar essa perspectiva. Ele é uma ferramenta dinâmica que permite uma gestão financeira mais eficiente e assertiva”, afirma o especialista em gestão financeira, Kleber Amora.
Um dos principais problemas enfrentados pelas empresas, segundo ele, é a falta de previsibilidade orçamentária e a subestimação de riscos. “Muitas companhias ainda operam com um fluxo de caixa básico, sem projeções detalhadas de cenários ou mecanismos claros de mitigação de riscos. Isso compromete a sustentabilidade do negócio a longo prazo”.
O especialista ressalta que o planejamento orçamentário deve ser atualizado regularmente para refletir as oscilações do mercado e garantir tomadas de decisões mais eficazes. “Tratar o orçamento como um documento estático é um erro grave. Com o cenário econômico volátil, é fundamental revisá-lo periodicamente e ajustá-lo conforme as mudanças”, explica Amora, que também é , e CEO da Berry.
A automação de processos e o uso de ferramentas de análise preditiva também são apontados como aliados na gestão financeira das empresas. “Essas tecnologias ajudam a mapear riscos e oportunidades, permitindo uma administração mais estratégica dos recursos financeiros”, diz.
Com o custo do dinheiro mais alto, Amora reforça a importância de reavaliar as estruturas operacionais em busca de eficiência. “Revisitar processos internos, renegociar contratos e priorizar investimentos que tragam retorno real são medidas essenciais. Cada real investido precisa gerar valor para o negócio”, alerta.
A alocação estratégica de recursos também será determinante para o crescimento sustentável. “Em muitos casos, o investimento precisará vir antes do retorno. Por isso, é essencial garantir um planejamento financeiro que suporte esse período sem comprometer a saúde da empresa”, explica.
Para Amora, companhias que estruturam um planejamento orçamentário sólido e mantêm uma gestão financeira disciplinada estarão mais preparadas para enfrentar os desafios e aproveitar oportunidades no mercado. “O futuro pertence às empresas que planejam. E, em 2025, esse planejamento precisará ser mais robusto, realista e estratégico do que nunca”, conclui.
Sobre KLEBER AMORA
Executivo com quase 20 anos de experiência em administração de empresas, Kleber Amora é CEO e fundador da Berry, consultoria empresarial com atuação nacional que já acelerou o negócio de mais de 2 mil marcas, elevando seus resultados e níveis de gestão. Formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Kleber Amora acumula também certificações em Liderança de Alta Performance, Marketing Estratégico, Vendas, Finanças, Gestão de Pessoas e para as metodologias OKR e NCT. Fala sobre planejamento estratégico, organização empresarial e financeira, empreendedorismo, marketing e vendas, inovação e operações via franchising.
Sobre a BERRY
Mais do que uma consultoria empresarial, a Berry é uma impulsionadora de negócios, com atuação internacional, que já ajudou mais de 2 mil marcas a elevarem seus resultados e níveis de gestão. Nascida em Curitiba (PR) e com o diferencial de atendimento 100% online, atua nos mais variados segmentos da indústria, varejo e serviços, em empresas de pequeno, médio e grande portes, desenvolvendo cinco áreas principais: planejamento, finanças, marketing e vendas, pessoas e processos. Com forte atuação em todos os estados do País, e em expansão por meio do modelo de franquias, a Berry soma mais de 200 especialistas e 100 escritórios franqueados em todo o Brasil.
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