Pesquisa divulgada pela Apeoesp tem viés político e não contribui para melhoria da educação de SP
Número de entrevistados é ínfimo perto do universo total da rede
A pesquisa encomendada e divulgada pela Apeoesp nesta quarta-feira (18) não tem credibilidade técnica por estar ligada a uma entidade que possui interesses políticos partidários.
A maioria dos dirigentes da Apeoesp é ligada ao PT. A própria presidente, inclusive, é filiada ao Partido dos Trabalhadores.
Além de ouvir somente 1.000 estudantes nas escolas estaduais, o que corresponde a ínfimos 0,028% dos 3,5 milhões de alunos da rede, induz respostas que só dão margem ao que a Apeoesp deseja legitimar.
O mesmo acontece com as supostas entrevistas feitas com professores por telefone. A análise afirma ter escutado 701 professores por telefone. Hoje há cerca de 190 mil docentes, com diferentes características.
Construída de maneira enviesada a pesquisa não reflete a realidade da rede estadual de educação.
Formar pessoas prontas para o exercício da cidadania e capacitadas para o mercado de trabalho é premissa da Secretaria da Educação do Estado, que sempre esteve aberta ao diálogo com todas as representações sindicais da rede pública estadual de ensino.
A Seduc sempre agiu em absoluto respeito à gestão democrática, entendendo que a educação de crianças e adolescentes deve ir muito além das motivações eleitoreiras personalistas.
Valorização
O governo do Estado apresentou no último dia 13 de novembro, as diretrizes do plano de reestruturação de carreira dos professores que atuam na rede estadual de educação de São Paulo. A mudança vai representar o maior crescimento do salário inicial da história de São Paulo. A principal alteração é que em 2022, um professor com a carga horária de 40h terá salário inicial de R$ 4 mil, um aumento de 54,7% em relação à remuneração atual. No topo da carreira, o docente poderá chegar a um salário de R$ 11 mil.
Combate à violência
A Seduc-SP lançou, em outubro, o Programa Conviva SP, que visa identificar a vulnerabilidade de cada unidade escolar. O objetivo é gerar dados que traduzam o clima e a vulnerabilidade de cada escola para a implementação do Método de Melhoria de Convivência Escolar (MMCE). A Seduc espera elevar os índices de aprendizagem dos alunos.
A escola possui a parceria da Ronda Escolar. Além disso, foi criado o Gabinete Integrado de Segurança e Proteção Escolar (Gispec), que conta com servidores da Educação e da Polícia Militar, que contribuem para o planejamento das estratégias de segurança em toda a rede.
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