18º Conec – O que irá acontecer com o seguro de automóvel? E o que já é realidade
Por Karin Fuchs
Comandado pelo presidente interino do Sincor-SP, Boris Ber, o painel “Papel do Mercado de Seguros na Construção do Futuro”, no segundo dia da 18ª edição do CONEC, mostrou como o mercado de seguros está se preparando ou já inserido nas tendências tecnológicas e nas novidades que estão por vir, com destaque para o segmento automóvel.
A começar por Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, que falou sobre as mudanças no seguro de automóvel: no produto e na distribuição, cada vez mais digital. “O que não significa para o Brasil uma tendência de desintermediação. Não acreditamos que tanto no seguro de automóvel como nos produtos de natureza mais complexa não haverá a intermediação do correto. Produtos com muita competitividade de preço demandam assessoria”.
Na visão de Murilo Setti Riedel, CEO da HDI Seguros, é preciso pensar no cenário atual de envelhecimento da frota. “Nossa frota tem mais de cinco anos e continuamos com a estratégia de vendas de seguros para veículos de valor mais alto. Nós, seguradoras, começamos a desenvolver produtos para esse perfil, porém, para ser acessível é preciso mudar a sua arquitetura, com relação às peças alternativas e a rede credenciada”.
Presidente da Porto Seguro, Roberto Santos compartilha da mesma opinião. Segundo ele, a legislação da Susep para o seguro Auto Popular não fez om que o seguro decolasse. “O uso de peças ecologicamente corretas e não genuínas traz uma redução de custo de apenas 5%. A Porto Seguro tem o produto, mas a venda é um fracasso. Nós temos o grande desafio de aumentar a penetração do seguro na frota circulante e o corretor faz parte desse processo”.
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